
Alguém me explica o que esse presidente do Irã, de nome impronunciável, veio fazer aqui? Não conheço ninguém, no seu juízo perfeito, que recebesse para um café em casa uma pessoa que manda matar homossexuais, inimigos políticos ou qualquer um que ouse se opor às suas ideias. Um sujeito desse é recebido pelo Lula com abraço apertado. Vai dormir, comer e beber do melhor, tudo pago por nós, povo brasileiro, formado por judeus, gays, mulheres independentes, tudo que ele odeia. Enfim.
Por coincidência, esse fim de semana fui ver uma peça que trata bem a questão da intolerância. "KABUL", do grupo Amok, conta a história de dois casais, vivendo sob a tirania dos tribunais religiosos do Afeganistão, onde praticamente tudo era proibido. A peça, dirigida por Ana Teixeira e Stephane Brodt, é baseada no livro "As andorinhas de Cabul" e também nas imagens de uma mulher de burca, que foi executada em público num estádio de Cabul. Essas imagens, feitas por um celular, correram o mundo, causando horror e incredulidade. Com uma trilha sonora muito envolvente, tocada ao vivo com instrumentos típicos daquela região e atuação brilhante dos atores, "Kabul" é um show de teatro. Saiu de cartaz no último domingo, mas ratifica como imperdíveis as produções do grupo Amok.
Ai que blog culto e formador de opinião.
ResponderExcluirInfelizmente a peça acabou domingo. Quem não viu, perdeu!!!!!