
Como todos sabem, essa semana começou a nova novela do Leblon, que está se passando em Buzios, pelo menos por enquanto. Mais uma vez o Zé Mayer é o galã de plantão. Tudo bem que o cara tem charme, aquela voz sedutora, aquele jeito que deixa mulher doida, mas fala sério: com iate, helicóptero e um hotel inteirinho, fica fácil seduzir qualquer um.
Porque a vida não é como novela? Porque a gente não tem um helicóptero pra dar uma carona pra quem a gente tá querendo pegar? É pedir muito? Ou uma bela suíte de hotel, do nosso hotel, de preferência. Oferecer um jantar no nosso próprio navio (sim, aquilo não é um iate, é um navio) nem precisava. Podia bater um rango no hotel mesmo.
Ah, francamente. Essas novelas fazem mal a gente. Nos fazem sentir pobres e infelizes. Se no início já tá assim, imagina no final, quando todos se casam, ficam ricos, encalhados desencalham e feios ficam lindos. Somem os problemas e todos ficam felizes para sempre. A vida não é assim, mas bem que podia. Se o Manuel Carlos fosse Deus, todo mundo pelo menos ia morar no Leblon.
Porque a vida não é como novela? Porque a gente não tem um helicóptero pra dar uma carona pra quem a gente tá querendo pegar? É pedir muito? Ou uma bela suíte de hotel, do nosso hotel, de preferência. Oferecer um jantar no nosso próprio navio (sim, aquilo não é um iate, é um navio) nem precisava. Podia bater um rango no hotel mesmo.
Ah, francamente. Essas novelas fazem mal a gente. Nos fazem sentir pobres e infelizes. Se no início já tá assim, imagina no final, quando todos se casam, ficam ricos, encalhados desencalham e feios ficam lindos. Somem os problemas e todos ficam felizes para sempre. A vida não é assim, mas bem que podia. Se o Manuel Carlos fosse Deus, todo mundo pelo menos ia morar no Leblon.
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